O tema do congresso é Imaginário, Ciência e História das Religiões. O IV Videlicet contará com minicursos e palestras para debater as diversas aplicações da Teoria do Imaginário com relação às religiões. Haverá também painéis para apresentação de trabalhos dos participantes. As atividades acontecerão nos auditórios da reitoria e de outros três centros da UFPB. Eu conversei com Cristiano Amarante, responsável pela divulgação do evento. Confira a entrevista abaixo.
quarta-feira, 14 de outubro de 2015
quinta-feira, 8 de outubro de 2015
Coexistência e diálogo pacífico religioso
Por Daniela Paixão
"Coexista” significa existir juntamente ou ao mesmo tempo. Como resposta ao ciclo de violência em algumas regiões de Jerusalém, o artista polonês Piotr Mlodozeniec criou uma marca em que a palavra Coexist foi reproduzida usando símbolos de diversas religiões, com o crescente islâmico como o C, a estrela de Davi, do judaísmo, como o X, e a cruz do cristianismo como o T.
quinta-feira, 1 de outubro de 2015
Revista acadêmica publica edição sobre a fé
![]() |
| Descrição para cegos: capa da revista Plural com mãos unidas em dispostas em círculo, ao redor do título "As faces da fé", no centro da capa. |
A última edição da Revista
Plural traz discussões sobre particularidades da religião no Brasil e no mundo.
Tendo como tema Faces da Fé, aborda, dentre outros assuntos, Estado Laico, feminismo
e religião, antissemitismo, terrorismo em nome da fé, religiões de origem
africana e os mistérios da fé. As reportagens são feitas por estudantes de
Jornalismo da Escola Superior de Propaganda e Marketing (São Paulo), com a
orientação do Prof. Dr. Renato Essenfelder. A publicação tem a versão impressa
e a digital. Confira aqui a edição eletrônica da revista. (Igor Duarte)
sexta-feira, 18 de setembro de 2015
Como funciona o processo da canonização?
Por
Daniela Paixão
Para o cristianismo católico,
são santos todos aqueles que foram convertidos e salvos por Jesus
Cristo, ou ainda desempenharam uma obra admirável segundo os
preceitos da religião.
terça-feira, 15 de setembro de 2015
Clara Nunes e a diversidade religiosa na música
![]() |
| Descrição para cegos: Clara Nunes trajando um vestido branco e abraçando uma mulher negra que veste uma roupa parecida com a sua. |
Por Igor Duarte
Uma das cantoras mais conhecidas da música popular brasileira foi também
uma das que mais se posicionou com relação às suas crenças. Clara Nunes, intérprete
de músicas que fizeram sucesso como “Canto das Três Raças”, “O Mar Serenou”,
“Tristeza Pé no Chão”, era convertida à umbanda, mas tinha relações estreitas com
o candomblé e espiritismo.
quarta-feira, 26 de agosto de 2015
Professor da UFPB lança livros sobre diversidade religiosa e a Inquisição
![]() |
| Descrição para cegos: professor Carlos André com óculos de grau e camisa social de cor suave, gesticulando enquanto fala. |
Carlos André Cavalcante, do Departamento de Ciência das Religiões da UFPB, está com dois livros em pré-venda: O que são as Religiões e No Imaginário da Intolerância - da inquisição ao ensino não religioso. Eles serão lançados oficialmente em setembro, em um evento em Porto Alegre. Os livros abordam a pluralidade das religiões, casos ocorridos na Inquisição e também a necessidade de um ensino religioso laico. Eu entrevistei o professsor para o programa Espaço Experimental. Confira a entrevista abaixo.
(Amyrane Alves)
sexta-feira, 21 de agosto de 2015
O que é Estado Laico?
![]() |
| Descrição para cegos: professor Jaldes Meneses durante entrevista no estúdio de rádio. |
Tem se discutido muito a respeito da influência de conceitos religiosos nas decisões tomadas pelos governos. A laicidade do Estado é garantida pela Constituição, mas nem sempre é o que vemos na prática. Em que se constituiria então um Estado laico? O professor e cientista político Jaldes Meneses conversou com a repórter Marayane Ribeiro sobre a relação entre religião e política para o programa Espaço Experimental, da Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB.
Confira a entrevista abaixo, em dois blocos (Amyrane Alves).
segunda-feira, 15 de junho de 2015
Curso de Extensão em Diversidade Cultural Religiosa
![]() |
| Descrição para cegos: pintura da Santa Ceia, com Jesus e seus discípulos. |
Por Amyrane Alves
Foram abertas no começo deste mês as inscrições para o curso de extensão em Diversidade Cultural Religiosa. O curso será realizado na modalidade a distância através da UFPB Virtual e terá início no segundo semestre letivo deste ano. Para se inscrever os interessados devem preencher um formulário na internet com seus dados até o dia 27 junho.
A professora responsável é Neide Miele, do Departamento de Ciência das Religiões da UFPB. O curso é direcionado não só para alunos de Ciências das Religiões, mas para qualquer estudante (vinculado à instituição ou não) interessado em conhecer mais sobre as diferenças e as particularidades das religiões.
O curso tem como objetivo capacitar os alunos a se relacionarem com a diversidade religiosa, entendendo o papel delas nas civilizações antigas e contemporâneas enquanto dimensão do ser humano.
Clique aqui para ter acesso ao programa, ao cronograma e o formulário de inscrição do curso.
Marcadores:
Amyrane Alves,
antiguidade,
ciência das religiões,
civilização,
curso,
diversidade cultural religiosa,
educação,
extensão,
história,
Neide Miele,
pedagogia
quinta-feira, 14 de maio de 2015
Pesquisa analisa a construção do discurso religioso nas igrejas cristãs
![]() |
| Descrição para cegos: foto de perfil de Pedro Francelino olhando para a câmera. |
O objetivo é descrever e sistematizar enunciados formulados em contextos como sermões e estudos bíblicos. O estudo pretende ampliar o conhecimento da forma de produção, entendimento e recepção desses discursos na sociedade. Para isso, foram registrados enunciados disseminados em igrejas católicas e evangélicas da cidade de João Pessoa. A pesquisa considera que os discursos se constroem a partir do que já foi dito em enunciados anteriores. Isto é, são compostos por ideias e pontos de vista já abordados em outros contextos. Isso demonstra que aquilo que o emissor anuncia não é constituído apenas por suas próprias percepções. Eu entrevistei o professsor Pedro Farias Francelino para o Espaço Experimental. Ele é o responsável pela pesquisa, Ouça a entrevista. (Amyrane Alves)
quinta-feira, 7 de maio de 2015
"Eu escolhi esperar"
![]() |
| Descrição para cegos: frase escrita em português "Eu escolhi esperar" (cor branca), em um fundo preto. Ao lado, um ícone de mão com uma aliança no dedo. |
Por Amyrane Alves
Nos tempos atuais, é cada dia mais difícil conhecer alguém interessado em relacionamentos sérios. O mundo é marcado hoje por pessoas que "ficam", têm amizades coloridas, vivem em relacionamentos abertos e aderem ao "pega-e-não-se-apega". E nesse contexto, remando contra a maré, surgiu o movimento "Eu escolhi Esperar". A principal bandeira do movimento é que se deve esperar que Deus mostre o momento certo à pessoa certa para iniciar um relacionamento amoroso e sexual.
Na igreja cristã, iniciar a vida sexual antes do matrimônio é considerado fornicação, ou seja, pecado. O "Eu Escolhi Esperar" surge então como uma organização cristã feita por jovens e para jovens, que querem provar que é possível sim, nos dias atuais, se manterem virgens (e principalmente puros) até subir ao altar.
segunda-feira, 4 de maio de 2015
Efeitos do islamismo em Hijab – mulheres de véu
![]() |
| Descrição para cegos: Paulo Halm ao lado de uma das mulheres, que usa um véu cor de vinho no cabelo. |
Por Daniela
Paixão
Dirigido por Paulo Halm, o documentário, com 78 minutos,
explora a opção religiosa de seis mulheres, mostrando as consequências de suas
relações diárias na família, escola e trabalho, num momento em que o preconceito
contra os muçulmanos é crescente.
As cariocas Patricia, Zahreen, Jamille, Maria, Jamila e
Marcela decidiram adotar o islamismo como religião e passaram a usar o Hijab, tradicional
véu que cobre os cabelos das muçulmanas.
Marcela é professora; Jamile, socióloga; Patrícia,
historiadora; Zahreen, agricultora; Jamila, advogada, e Maria, engenheira. Com
exceção de Jamila, cuja família é de origem palestina, todas são convertidas
(ou revertidas) por identificação com o Alcorão, o modo de vida e a cultura de
países muçulmanos. Em alguns casos, isso as levou
a enfrentar a oposição da família, que professava outra fé ou nenhuma.
domingo, 8 de março de 2015
Igrejas paraibanas sob outra perspectiva
![]() |
| Descrição para cegos: vista aérea da Catedral Basílica de Nossa Senhora das Neves. |
Por Luis Carlos Cunha
Temos aqui um acervo pessoal de alguns monumentos religiosos sob uma nova perspectiva. O material, além de um vídeo, acompanha um ensaio de fotografias aéreas das igrejas São Francisco e São Bento em João Pessoa, capital paraibana; as capelas das usinas Santana e Santa Rita,
quinta-feira, 5 de março de 2015
O discurso midiático contra as religiões afro-brasileiras
![]() |
| Descrição para cegos: pessoas do Candomblé trajando as roupas típicas da religião, em torno da escultura de Iemanjá e de buquês de flores. |
Por Luis Carlos Cunha
Não é de hoje que as religiões afro-brasileiras sofrem um forte estigma na nossa sociedade. Por terem chegado ao Brasil através dos negros escravizados, tais cultos passaram a ser vistos como feitiçaria ou magia negra, cujo o objetivo era fazer mal às pessoas. Mesmo após a garantia do livre exercício de culto, protegida desde a Constituição de 1891, os episódios de intolerância religiosa se repetem até hoje.
Marcadores:
Candomblé,
escravos,
interdição,
intolerância religiosa,
Luís Carlos Cunha,
magia negra,
mídia,
negros,
perseguição,
preconceito,
tradição,
troca de valores,
umbanda
sábado, 28 de fevereiro de 2015
A montanha que Maomé tem de enfrentar
![]() |
| Descrição para cegos: muçulmanos caminhando em praça, à luz do dia, com seus trajes característicos. Pôster de Ricardo Coutinho no canto esquerdo da praça. |
Por Luís Carlos Cunha
Conhecidos
pelos seus típicos costumes culturais e religiosos, os muçulmanos formam um
importante grupo religioso que vem crescendo em todo o mundo. Como não poderia
ser diferente, eles estão presentes no Brasil há muito tempo. Entretanto,
apesar da presença histórica dos seguidores de Maomé no nosso país, o terrorismo
e a violência praticados por fanáticos religiosos desencadeiam manifestações de
preconceito que eles precisam enfrentar.
Marcadores:
costumes culturais,
diversidade religiosa,
fanatismo,
homem bomba,
islamismo,
muçulmano,
paraíba,
religião,
tolerância religiosa
Assinar:
Postagens (Atom)











.jpg)

