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segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Você já ouviu falar do MyStealthyFreedom?

Descrição para cegos: ilustração em estilo cartoonde mulher muçulmana sorrindo ao jogar seu hijab para o alto, acima de sua cabeça está escrita a palavra ‘freedom’

       Por Denis Teixeira  

        Desde a revolução de 1979, um novo código de vestimenta foi estabelecido no Irã: todas as mulheres muçulmanas devem utilizar o hijab em locais públicos e a quebra desta conduta acarreta numa série de punições.
         Se você procurar por hijab no Google, vai ver que o termo tem origem na palavra árabe “hajaba”, que significa esconder, se ocultar dos olhares, estabelecer distância. Enquanto MyStealthyFreedom, do inglês, pode significar “Minha liberdade secreta” ou “Minha liberdade escondida”.
Mas, afinal, como essas coisas podem estar relacionadas?
       

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Contra a discriminação do hijab

Descrição para cegos: captura de tela do vídeo do depoimento de Charlyane Silva de Souza. Mostra, à esquerda, Charlyane usando o hijab e, à direita, o letreiro “Xenofobia: um crime silenciado” e, um pouco abaixo, seu nome.
As mulheres muçulmanas enfrentam, diariamente, atos de discriminação em países do Ocidente relacionados às vestes tradicionais islâmicas. O HuffPost Brasil apresenta uma reportagem com Charlyane Silva de Souza, brasileira que sofreu preconceito durante a realização de um exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) por utilizar o hijab, véu tradicional muçulmano. Além desta, a matéria aborda outras situações de intolerância vivenciadas no país, que se tornam cada vez mais frequentes. Charlyane hoje faz parte da Comissão Especial de Direito e Liberdade Religiosa da própria OAB. Clique aqui para ler a matéria na íntegra. (Júlia Xavier)

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Encruzilhada Poética

Descrição para cegos: imagem mostra oratório com flores, velas ornando as imagens de Jesus, Nossa Senhora Aparecida, Padre Cícero e São José.

Por Marcelo Piancó


Em nome do pai, por que tens repugnância
A tudo aquilo que te parece mais oculto
Prefere sempre a mesma reza do insulto
Ao invés do mantra que repete a tolerância

Por que trocastes os teus dogmas da infância
Pela infame inquisição do ser adulto
Serás inculto celebrando o mesmo culto
Pelo sinal abençoado da arrogância

Por todas virgens que te esperam lá no céu
Pelo quipá que lembra tanto o solidéu
Anunciaremos o final dessa cruzada

Pois todo santo tem por dentro um orixá
E por Tupã, por Deus, por Buda e por Alá
Deixe o rancor descansar em cruz ilhada

terça-feira, 28 de março de 2017

Islamismo não é terrorismo

Descrição para cegos: casal muçulmano jovem rindo e posando para foto. À direita está a moça vestida com véu e mangas longas que permitem ver apenas o rosto e as mãos; à esquerda, o rapaz com camisa estampada de mangas curtas e um chapéu cilíndrico típico de alguns povos do Oriente Médio.
Por Manuel Machado

Desde o atentado às Torres Gêmeas, em 2001, a religião islâmica tem sido alvo de olhares de preconceito e intolerância em todo o mundo. Os ataques terroristas promovidos por grupos extremistas determinaram e moldaram um imaginário negativo e preconceituoso acerca dos muçulmanos. Muitos pensam que “ser muçulmano” é sinônimo de “ser terrorista”. Porém, é importante e também necessário entendermos que o Islamismo não prega a violência e que aqueles que praticam tais atos desumanos são minoria e não representam a ideologia da religião.

domingo, 19 de junho de 2016

Google é condenado por intolerância religiosa


No final de maio, a empresa Google do Brasil foi condenada pela Justiça Federal a retirar do YouTube, administrado por ela, 23 vídeos postados no canal Islamismo Assassino, que incita a intolerância contra a religião mulçumana. Além da obrigatoriedade de bloquear o material, a empresa terá que fornecer ao Ministério Público Federal os dados do responsável pelo canal. Na ação, o MPF alega que “direitos e garantias fundamentais foram violados ao manter conteúdo na Internet que deprecia e estigmatiza a fé islâmica, assim como seus líderes, seguidores, símbolos rituais e crenças, propagando discurso de ódio”. Mais informações clique aqui. (Ivone Beatriz)

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

ONU expressa preocupação com islamofobia de candidato à presidência dos Estados Unidos


Por Igor Duarte

Em dezembro, o candidato republicado Donald Trump apresentou proposta que prevê a proibição da entrada de muçulmanos no país. Além do impedimento, Donald propõe que o governo norte-americano implemente medidas de vigilância nas comunidades islâmicas, inclusive nas mesquitas.
A Organização das Nações Unidas, que evita habitualmente comentar as palavras dos candidatos à presidência, ressaltou a preocupação do secretário-geral, Ban Ki-moon, perante "toda forma de xenofobia ou qualquer sentimento contra os migrantes ou grupos, com base em sua raça ou religião".

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Efeitos do islamismo em Hijab – mulheres de véu

Descrição para cegos: Paulo Halm ao lado de uma das mulheres,
que usa um véu cor de vinho no cabelo.
Por Daniela Paixão

Dirigido por Paulo Halm, o documentário, com 78 minutos, explora a opção religiosa de seis mulheres, mostrando as consequências de suas relações diárias na família, escola e trabalho, num momento em que o preconceito contra os muçulmanos é crescente.
As cariocas Patricia, Zahreen, Jamille, Maria, Jamila e Marcela decidiram adotar o islamismo como religião e passaram a usar o Hijab, tradicional véu que cobre os cabelos das muçulmanas.
Marcela é professora; Jamile, socióloga; Patrícia, historiadora; Zahreen, agricultora; Jamila, advogada, e Maria, engenheira. Com exceção de Jamila, cuja família é de origem palestina, todas são convertidas (ou revertidas) por identificação com o Alcorão, o modo de vida e a cultura de países muçulmanos. Em alguns casos, isso as levou a enfrentar a oposição da família, que professava outra fé ou nenhuma.

sábado, 28 de fevereiro de 2015

A montanha que Maomé tem de enfrentar

Descrição para cegos: muçulmanos caminhando em praça, à
luz do dia, com seus trajes característicos. Pôster de Ricardo
Coutinho no canto esquerdo da praça.
Por Luís Carlos Cunha

        Conhecidos pelos seus típicos costumes culturais e religiosos, os muçulmanos formam um importante grupo religioso que vem crescendo em todo o mundo. Como não poderia ser diferente, eles estão presentes no Brasil há muito tempo. Entretanto, apesar da presença histórica dos seguidores de Maomé no nosso país, o terrorismo e a violência praticados por fanáticos religiosos desencadeiam manifestações de preconceito que eles precisam enfrentar.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Israel: uma diversidade pouco conhecida

Descrição para cegos: bandeira de Israel; totalidade azul, com
duas faixas horizontais amarelas e estrela de Davi no centro,
também em amarelo.

Israel é um país localizado no Oriente Médio sob o sistema parlamentarista, onde o chefe de governo não é eleito pelo povo. Apesar de constituir uma democracia representativa, é conhecido como “um Estado judeu e democrático”. No entanto, naquele país, outras religiões também são praticadas. O que as leis do país mais defendem em sua legislação é a diversidade religiosa. A Declaração de Independência de Israel, promulgada em 1948, garante a liberdade religiosa na região. Membros das religiões budista, hindu, muçulmana e cristã são aceitos e respeitados. Um texto publicado no site Obra em Alagoas fala um pouco sobre essa diversidade religiosa em Israel. O texto completo segue abaixo. (Marayane Ribeiro).

"Com maioria judaica, Israel respeita a diversidade religiosa"

Israel é um Estado não laico, ou seja, não há separação entre religião e o Estado. Por outro lado, o país não possui religião oficial, e por ser uma democracia com eleições livres, também não pode ser considerado um Estado teocrático, mesmo que quatro quintos de sua população de 7 milhões de pessoas seja composta por judeus – segundo informações de órgãos oficiais do país.