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terça-feira, 28 de março de 2017

Islamismo não é terrorismo

Descrição para cegos: casal muçulmano jovem rindo e posando para foto. À direita está a moça vestida com véu e mangas longas que permitem ver apenas o rosto e as mãos; à esquerda, o rapaz com camisa estampada de mangas curtas e um chapéu cilíndrico típico de alguns povos do Oriente Médio.
Por Manuel Machado

Desde o atentado às Torres Gêmeas, em 2001, a religião islâmica tem sido alvo de olhares de preconceito e intolerância em todo o mundo. Os ataques terroristas promovidos por grupos extremistas determinaram e moldaram um imaginário negativo e preconceituoso acerca dos muçulmanos. Muitos pensam que “ser muçulmano” é sinônimo de “ser terrorista”. Porém, é importante e também necessário entendermos que o Islamismo não prega a violência e que aqueles que praticam tais atos desumanos são minoria e não representam a ideologia da religião.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Extremismo islâmico

Descrição para cegos: a imagem mostra homens militantes do Islamismo segurando armas e bandeiras com frases em árabe. Os homens estão usando capuz e roupas pretas.
Relatório sobre Liberdade Religiosa no Mundo divulgado em novembro pela Fundação AIS (Ajuda à Igreja que Sofre), mostra que o fundamentalismo religioso nunca foi tão letal como agora. De acordo com o documento, pelo menos um em cada cinco países sofreram incidentes violentos provocados pela ideologia islâmica extremista. Desde o último relatório, de 2014, a liberdade religiosa piorou na maior parte do mundo. Clicando aqui você confere os dados da pesquisa. (Chrisley Wellen) 

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Marcas da Fé


         Por Elisa Damante

        Recentemente, um Procurador da República chamado Douglas Kirchner foi acusado de torturar física e psicologicamente sua própria esposa. O caso tomou proporções nacionais por ser ele um dos integrantes do Ministério Público que investiga o ex-presidente Lula nas acusações de suposto tráfico de influência relacionados ao BNDES.
        O fato é que o fanatismo religioso travestido de agressão parece ter vencido. Ignorando parcialmente as agressões sofridas pela esposa do procurador, o conselheiro do Ministério Público Federal Carlos Frederico considerou não haver motivos suficientes para a exoneração de Kirchner. Para ele, o procurador sofre de transtornos mentais.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Uma parte da história conhecida como intolerância

Descrição para cegos: foco na mão de uma pessoa que está tocando piano.

Por Marayane Ribeiro

O ser humano nunca precisou procurar muitos motivos para praticar a violência. Qualquer animosidade ou divergência já é fator para provocar uma grande guerra. O filme O Pianista (2002) tem como principal cenário a Polônia e o início da proibição dos direitos dos judeus no país - a construção dos campos de concentração e o extermínio em massa desse povo, durante a Segunda Guerra Mundial.
Apesar de se esperar encontrar apenas dor e sofrimento – não que estes não estivessem presentes – um entre milhares ousou sonhar com a música e defender suas crenças. Szpilman, personagem principal da trama é pianista e mora com sua família em um bairro simples da cidade de Varsóvia e vê sua vida e de todos que ama começar a desmoronar com a grande perseguição contra os seguidores de sua religião, o judaísmo.