Por
Elisa Damante
Recentemente, um Procurador da República chamado Douglas Kirchner
foi acusado de torturar física e psicologicamente sua própria esposa. O caso
tomou proporções nacionais por ser ele um dos integrantes do Ministério Público
que investiga o ex-presidente Lula nas acusações de suposto tráfico de
influência relacionados ao BNDES.
O fato é que o fanatismo religioso travestido de agressão
parece ter vencido. Ignorando parcialmente as agressões sofridas pela esposa do
procurador, o conselheiro do Ministério Público Federal Carlos Frederico
considerou não haver motivos suficientes para a exoneração de Kirchner. Para
ele, o procurador sofre de transtornos mentais.



