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terça-feira, 28 de março de 2017

Islamismo não é terrorismo

Descrição para cegos: casal muçulmano jovem rindo e posando para foto. À direita está a moça vestida com véu e mangas longas que permitem ver apenas o rosto e as mãos; à esquerda, o rapaz com camisa estampada de mangas curtas e um chapéu cilíndrico típico de alguns povos do Oriente Médio.
Por Manuel Machado

Desde o atentado às Torres Gêmeas, em 2001, a religião islâmica tem sido alvo de olhares de preconceito e intolerância em todo o mundo. Os ataques terroristas promovidos por grupos extremistas determinaram e moldaram um imaginário negativo e preconceituoso acerca dos muçulmanos. Muitos pensam que “ser muçulmano” é sinônimo de “ser terrorista”. Porém, é importante e também necessário entendermos que o Islamismo não prega a violência e que aqueles que praticam tais atos desumanos são minoria e não representam a ideologia da religião.

quarta-feira, 8 de junho de 2016

O caminho de trás



Por Elisa Damante


Miamar é um pequeno país localizado no sul do continente asiático, onde 89% da população é adepta do budismo, uma religião conhecida por sua pacificidade. O país, no entanto, vive um momento delicado em sua história. Está se levantando uma frente budista radical antimulçulmana conhecida por Movimento 969. Notícias apontam que, no ano de 2013, aproximadamente 200 pessoas foram assassinadas pela frente radical, além de casas e mesquitas queimadas.
Sidarta Gautama, o Buda, se afastou dos caminhos do hinduísmo para buscar a origem do sofrimento. Seu objetivo sempre foi descobrir uma via que levasse à felicidade. Para o fundador do budismo, é impossível ser feliz tendo consciência da infelicidade do próximo. Como aceitar então, as práticas incoerentes dos radicais do Movimento 969?

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

ONU expressa preocupação com islamofobia de candidato à presidência dos Estados Unidos


Por Igor Duarte

Em dezembro, o candidato republicado Donald Trump apresentou proposta que prevê a proibição da entrada de muçulmanos no país. Além do impedimento, Donald propõe que o governo norte-americano implemente medidas de vigilância nas comunidades islâmicas, inclusive nas mesquitas.
A Organização das Nações Unidas, que evita habitualmente comentar as palavras dos candidatos à presidência, ressaltou a preocupação do secretário-geral, Ban Ki-moon, perante "toda forma de xenofobia ou qualquer sentimento contra os migrantes ou grupos, com base em sua raça ou religião".

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Não em meu nome - o movimento que prega a paz


Por Daniela Paixão

Circula na internet um movimento chamado “Not in my name” (Não em meu nome), que prega a paz entre judeus e muçulmanos. O movimento é uma resposta dos mulçumanos ao Estado Islâmico.
A campanha já se espalhou para vários países, liderada pela Fundação Activo Mudança (Active Change Foundation), que tem como objetivo contrariar a presença de extremismo nas mídias sociais.