Circula
na internet um movimento chamado “Not in my name” (Não em meu nome), que prega
a paz entre judeus e muçulmanos. O movimento é uma resposta dos mulçumanos ao
Estado Islâmico.
A
campanha já se espalhou para vários países, liderada pela Fundação Activo
Mudança (Active
Change Foundation), que tem como objetivo contrariar a presença de extremismo nas mídias
sociais.
Um vídeo publicado nesta semana na internet confirmou os rumores de que uma mesquita do Século XIV, localizada em Mosul, no Iraque, foi destruída pelo grupo ultrarradical Estado Islâmico (Isis). Nela estava o túmulo que seria do profeta Jonas.
As imagens ganharam autenticidade depois que fotos dos escombros que confirmam a destruição vazaram para a imprensa internacional. O ataque teria sido de autoria do grupo islâmico que domina a região que vai de Aleppo, no norte da Síria, à Diyala, no leste iraquiano. Desde junho, ele já destruiu 30 templos e 15 mesquitas.
O grupo é considerado extremista demais até mesmo pelos membros da Al-Qaeda. Os militantes têm uma interpretação radical do código de leis islâmicas e tentam impor regras à força nas cidades que controlam. A música foi proibida e as mulheres obrigadas a cobrir todo o corpo.
Chamado de Younis, em árabe, o túmulo de Jonas estava localizado em uma mesquita que levava o mesmo nome. O profeta é venerado por cristãos e judeus por sobreviver, segundo a Bíblia, dentro do estômago de um peixe durante três dias, em alto mar.