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quarta-feira, 8 de junho de 2016

O caminho de trás



Por Elisa Damante


Miamar é um pequeno país localizado no sul do continente asiático, onde 89% da população é adepta do budismo, uma religião conhecida por sua pacificidade. O país, no entanto, vive um momento delicado em sua história. Está se levantando uma frente budista radical antimulçulmana conhecida por Movimento 969. Notícias apontam que, no ano de 2013, aproximadamente 200 pessoas foram assassinadas pela frente radical, além de casas e mesquitas queimadas.
Sidarta Gautama, o Buda, se afastou dos caminhos do hinduísmo para buscar a origem do sofrimento. Seu objetivo sempre foi descobrir uma via que levasse à felicidade. Para o fundador do budismo, é impossível ser feliz tendo consciência da infelicidade do próximo. Como aceitar então, as práticas incoerentes dos radicais do Movimento 969?

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Israel: uma diversidade pouco conhecida

Descrição para cegos: bandeira de Israel; totalidade azul, com
duas faixas horizontais amarelas e estrela de Davi no centro,
também em amarelo.

Israel é um país localizado no Oriente Médio sob o sistema parlamentarista, onde o chefe de governo não é eleito pelo povo. Apesar de constituir uma democracia representativa, é conhecido como “um Estado judeu e democrático”. No entanto, naquele país, outras religiões também são praticadas. O que as leis do país mais defendem em sua legislação é a diversidade religiosa. A Declaração de Independência de Israel, promulgada em 1948, garante a liberdade religiosa na região. Membros das religiões budista, hindu, muçulmana e cristã são aceitos e respeitados. Um texto publicado no site Obra em Alagoas fala um pouco sobre essa diversidade religiosa em Israel. O texto completo segue abaixo. (Marayane Ribeiro).

"Com maioria judaica, Israel respeita a diversidade religiosa"

Israel é um Estado não laico, ou seja, não há separação entre religião e o Estado. Por outro lado, o país não possui religião oficial, e por ser uma democracia com eleições livres, também não pode ser considerado um Estado teocrático, mesmo que quatro quintos de sua população de 7 milhões de pessoas seja composta por judeus – segundo informações de órgãos oficiais do país.