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terça-feira, 18 de novembro de 2014

Israel: uma diversidade pouco conhecida

Descrição para cegos: bandeira de Israel; totalidade azul, com
duas faixas horizontais amarelas e estrela de Davi no centro,
também em amarelo.

Israel é um país localizado no Oriente Médio sob o sistema parlamentarista, onde o chefe de governo não é eleito pelo povo. Apesar de constituir uma democracia representativa, é conhecido como “um Estado judeu e democrático”. No entanto, naquele país, outras religiões também são praticadas. O que as leis do país mais defendem em sua legislação é a diversidade religiosa. A Declaração de Independência de Israel, promulgada em 1948, garante a liberdade religiosa na região. Membros das religiões budista, hindu, muçulmana e cristã são aceitos e respeitados. Um texto publicado no site Obra em Alagoas fala um pouco sobre essa diversidade religiosa em Israel. O texto completo segue abaixo. (Marayane Ribeiro).

"Com maioria judaica, Israel respeita a diversidade religiosa"

Israel é um Estado não laico, ou seja, não há separação entre religião e o Estado. Por outro lado, o país não possui religião oficial, e por ser uma democracia com eleições livres, também não pode ser considerado um Estado teocrático, mesmo que quatro quintos de sua população de 7 milhões de pessoas seja composta por judeus – segundo informações de órgãos oficiais do país.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Entrevista: as afinidades políticas entre Estados Unidos e Israel

Descrição para cegos: bandeira de Israel, com aviões caça,
carros das Forças Armadas e soldados em pintura sombreada
no centro, empurrando a estrela de Davi da bandeira para a
direita, em direção à bandeira da Palestina, com sangue
escorrendo no encontro entre as duas bandeiras.
Com a atual crise entre Israel e os palestinos da Faixa de Gaza, os olhares do mundo estão voltados para as questões que mais definem a guerra e como elas refletem na sociedade mundial. Na edição da Carta Capital do domingo 3 de agosto, a revista trouxe uma entrevista com o professor de Ciências Políticas da Universidade de Valenciennes, Mokhtar Ben Barka. Na conversa, ele falou sobre o elo entre Estados Unidos e Israel no âmbito comercial, religioso e bélico e como as duas nações usam o discurso cristão/judaico para fortalecer as relações. (Daniel Sousa)


As fatais afinidades religiosas entre EUA e Israel 

Para Mokhtar Ben Barka, professor de Ciências Políticas especializado em Estados Unidos e Oriente Médio na Universidade de Valenciennes, na França, o elo entre os EUA e Israel é antes de tudo religioso. “Escolhidos de Deus”, os americanos acreditam que “amar Israel é obedecer à vontade de Deus”. Como seus predecessores, Barack Obama não teria coragem de deixar de proteger Israel. 

sábado, 16 de agosto de 2014

Paz para a Terra Santa

Foto: Divulgação/Israel Defense Forces


Os ataques de Israel à Faixa de Gaza se intensificaram nas últimas semanas. Somente na sexta-feira (1°) foram registradas 104 mortes e a estimativa é de que desde o dia 8 de julho, início da operação israelense “Limite Protetor”, mais de 1.600 palestinos tenham sido assassinados no conflito. Os combates na Terra Santa são os mais graves desde 2012. Em artigo divulgado na semana passada no site Adital, o monge e teólogo Marcelo Barros explica o histórico conflito entre israelenses e palestinos e critica o massacre liderado pelo Estado de Israel. Apesar de não focar muito na perspectiva política do conflito, o monge faz uma importante análise no que diz respeito ao aspecto religioso da guerra. Vale a leitura. 

(Amanda Gabriel)

Paz para a Terra Santa

Embora toda a terra seja sagrada porque é expressão do amor divino que fecunda o universo, desde muitos séculos, judeus, cristãos e muçulmanos consideram o território constituído pelas terras hoje ocupadas pelo Estado de Israel e pelo pequeno resto de terra na qual o povo palestino ainda sobrevive como Terra Santa. Ali viveram os patriarcas e profetas da fé bíblica. Ali viveu Jesus de Nazaré que nasceu como palestino sem terra, trilhou aqueles caminhos como pobre peregrino e ali testemunhou que Deus tem um projeto de paz e justiça para toda a humanidade. Ali nasceram e viveram os primeiros discípulos e discípulas do Cristo que deram origem ao Cristianismo.
Do mesmo modo, como um povo indígena guarda como sagrado o território no qual estão sepultados seus ancestrais, a humanidade toda pode ter como sagrada a terra que deu origem a três grandes tradições espirituais da humanidade: o Judaísmo, o Cristianismo e o Islã.